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Mitologia, Lenda, ou Folclore?

Olá Amigos! Estava conversando com um amigo outro dia sobre mitologias mundiais, suas semelhanças e contradições entre as diferentes culturas e nações, e blá blá blá, quando entramos numa duvida: qual a diferença entre Mitologia, Folclore, Lenda e afins?

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1 de junho de 2011

A Torre Negra


Os 7 livros da Série

Olá Amigos!

        Após um longo e tenebroso inverno, consegui arrumar um tempinho para brindarmos com um cálice de conversa...
        E, seguindo a ordem mundial, vamos de Literatura. Neste post falaremos de uma coleção que é incrivelmente apaixonante: A Torre Negra, de Stephen King.
        A Torre Negra é um romance eletrizante, composto por sete livros, completando mais de 3200 páginas de pura emoção, aventura e fantasia, num mix de faroeste, cultura pop, ficção científica e inúmeras referências à cultura popular contemporânea.


O "fanfarrão" Stephen King

       
          Na trama de suspense, Roland Deschain é o protagonista. Ele é um pistoleiro, o último da sua linhagem, que busca evitar que o mundo “passe adiante”. Isso só será possível se ele conseguir alcançar a Torre Negra, eixo central de todas as dimensões. Para que isso aconteça, o pistoleiro sai de Gilead, sua cidade natal e vai vivendo inúmeras aventuras, visitando diversas cidades, conhecendo lugares, pessoas e fatos incríveis,  até chegar à Torre... mas será que eles chegam? Sim, “eles”. O pistoleiro recruta algumas pessoas de diferentes dimensões (nada de ET; são seres humanos mesmo, só que de tempos cronológicos diferentes) nessa imensa jornada que vão seguindo com ele, pois no fim das contas, todos são unidos pela força do Ka e seu respectivo Ka-Tet.


Símbolo do Ka (destino)

        Como Stephen King, sucesso, cinema e qualidade são quase sinônimos, A Torre Negra se tornou, além do livro, uma coleção de gibis lançados no Brasil pela Panini e também um filme que iniciará as gravações em 2012.

        O filme é um projeto ambicioso, que será da seguinte forma: um filme com o início da história; uma temporada de seriado para TV como ponte para o segundo longa metragem; após isso, outra temporada na TV, focando o pistoleiro quando jovem e daí, enfim, o último filme, encerrando a história, com Roland já maduro. Os direitos já estão acertados entre King e Universal, com direção de Ron Howard, produção de Brian Grazer e roteiros de Akiva Goldsman.
        E você, já leu A Torre Negra ou já leu os gibis? Eu ainda não li os gibis, mas os livros são espetaculares!
        Abraços!




9 de fevereiro de 2011

1984

Uma das capas do Livro
Olá Amigos!

        Sigo tentando manter alguma regularidade por aqui. E, dessa vez, vamos de Literatura. Você já leu o romance inglês de George Orwell chamado 1984?       
        A obra tem como foco principal mostrar os regimes totalitaristas mundiais e suas conseqüências. Num mundo totalmente diferente do que nos é conhecido,  Winston Smith consegue se manter fleumático nessa realidade distópica, trabalhando no Ministério da Verdade da Oceania. Este Ministério possui, entre outras funções, a pitoresca atribuição de "retificar" notícias. Eles alteram edições antigas do jornal The Times para que a "verdade" seja aquela que melhor convenha com os interesses do Grande Irmão, que tudo vê, e do IngSoc, modelo de governo adotado na Pista Nº 1 (Inglaterra).
Capa do DVD da versão de 1984
Outra função do Ministério da Verdade é criar a Novilíngua, uma nova língua que, quando finalizada, não haverá como se dizer algo contra o Partido. Duplipensar  é o principal verbete. Criação interessante também é a Teletela, espécie de TV bidirecional, em que o cidadão era obrigado a assistir e também era assistido. A alienação é tamanha que, quando desligada, a Teletela exibe a figura do Grande Irmão imóvel.
        Este tal Grande Irmão é o líder do Partido, que não tem nome por haver apenas um, não há oposição. Há cartazes por todo o país com a figura dele e os dizeres "Big Brother Is Watching You". Funciona no poder como Stalin. Ele luta veementemente contra Emmanuel Goldstein, opositor do Partido que se parece com Trotsky no modo de agir. Isso, é claro, se é que ele existe, ou existiu. Esse Emmanuel é exaltado diariamente por dois minutos todos os dias pelos cidadãos , que devem esgotar sua gama de palavrões e histeria contra a figura dele. Em seguida, para acalmar, adoram a figura do Grande Irmão.

Cartaz de divulgação do Musical
Winston é um pouco indiferente a tudo; concorda e discorda de muito, mas não age muito. Quando conhece Julia, que se torna sua amante, vivem aventuras incríveis para viver uma tentativa de realidade, um amor sincero, que escapa da guarda do Partido, já que amor e sexo são quase proibidos.
1984 é considerado um dos livros mais importantes da Literatura Mundial e foi até filmado por duas vezes, uma em 1956 e outra em 1984. Também foi adaptado para a ópera, estrelada no Royal Opera House em 2005. No Brasil recebeu uma versão musical, em 2007.
      Um dos meus livros favoritos, convida à reflexão suavemente e mostra de uma forma "light" como pode ser o mundo "hard" daqui a algum tempo.
          Abraços!

25 de outubro de 2010

A Revolução dos Bichos

Olá Amigos!
        Mais uma estréia de seção aqui no MND: Livros. A princípio pensei em “Livros e Autores”, pois tenho alguns autores preferidos e creio que estes possuem mais de uma obra que mereça ser discutida aqui. No entanto, repensei e, se há mais de uma, deve existir mais de um post por aqui também. Para iniciar, um bem conhecido: A Revolução dos Bichos, de George Orwell. Houve até duas adaptações para filme: uma animação de 1955 e um filme com animais de 1999.
        Esse livro é muito interessante, pois parece que é uma estorinha para crianças, as capas sempre são meio infantis, o título também dá essa aparência e até a linguagem é simples. Porém, é aí que mora o perigo. Este livro foi escrito na 2ª Guerra Mundial e publicado em 1945 pelo selo da Secker and Warburg, um grupo de editores quase independentes que tinham uma “política anti-política” à época. Dessa forma, como na época da Ditadura tupiniquim, as coisas tinham de ser maquiadas, então por isso o subterfúgio dos animais.
        O básico do enredo é assim: numa fazenda no interior da Inglaterra, um velho porco idealiza o Animalismo (sátira ao Stalinismo) e canta o hino “Beasts of England”, que é uma sátira também ao hino de Stálin e a um hino inglês. Os animais tomam a fazenda e os porcos passam a “organiza-la” e toca-la como deveria ser, segundo os preceitos de igualdade do Animalismo. Eles criam as leis e as punições e, como em todo sistema político, a corrupção aparece. Nestes momentos de justificativas perante os seus “iguais” as respostas são incríveis, como ainda acontece hoje.
        Livro antigo com tema bem atual e que até hoje nos faz pensar nos moldes políticos mundiais... Mais um recomendado!
        Abraços!