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Mitologia, Lenda, ou Folclore?

Olá Amigos! Estava conversando com um amigo outro dia sobre mitologias mundiais, suas semelhanças e contradições entre as diferentes culturas e nações, e blá blá blá, quando entramos numa duvida: qual a diferença entre Mitologia, Folclore, Lenda e afins?

22 de março de 2011

Vidas Secas

Olá Amigos!
    
         Desculpem pela demora da atualização, mas estou com a vida meio corrida.
      De qualquer forma, hoje vai um post diferente, no estilo "10 Capas de..." do Listas Literárias, um blog muito bom sobe Literatura e afins.
       Vidas Secas é um ótimo livro, coloco entre os melhores que já li. Graciliano Ramos é um dos Mestres da nossa Literatura e, não por acaso, obteve tanto sucesso internacional com essa obra. O processo de humanização da cadela Baleia e da desumanização de Fabiano é quase poético, coisa fina mesmo!
       Para quem já leu, é chover no molhado; para quem não leu fica a dica: Vidas Secas, de Graciliano Ramos: um obra de leitura obrigatória para qualquer brasileiro, atual desde 1938 (nosso Brasil não muda...). Tem em toda biblioteca pública, de escola, faculdade, empresa, sites de compras e etc. Leia, você não vai se arrepender.
       Há também um DVD (pois é, virou até filme em 1963) que é mais difícil de achar, mas uma ótima adapação também. Clique aqui neste link e veja uma cena do filme, uma das melhores, que tem no You Tube. As capas abaixo são as edições que encontrei na rede mundial sobre publicações no mundo todo.

1ª Edição (1938)

Hungria

Estados Unidos

Holanda

Turquia

Alemanha

Portugal

Argentina

Capa Mais famosa no Brasil

Espanha

Romênia

Itália

Língua Neerlandesa

República Tcheca


Rússia
Abraços!


27 de fevereiro de 2011

Introducing The Joker!

The Insane Clown
Olá Amigos!

        Diversificando os assuntos, hoje falo de um personagem sinistro, insano, vilão, mas que todos admiram! Ele, o Coringa!
Esse personagem foi criado por Bob Kane e teve sua imagem inspirada no ator Conrad Veidt, no filme "The Man Who Laughs". O Coringa é um personagem que tem uma biografia incrível, tão controversa e infundada quanto ele mesmo! Suas origens são diversas, mas a que eu tomo como "verdadeira" é a que se conta na Graphic Novel "A Piada Mortal", de Alan Moore. Nela, Jack Napier é apenas um comediante falido, com uma esposa grávida, devedor de aluguel (como outro ícone: Madruga), enfim, na pior. Sem arrumar emprego, é convidado por uns malacos a participar disfarçado de um assalto numa indústria de baralhos. Mesmo sem querer ir, é forçado e vai. Nessa empreitada, o Batman aparece e o coitado do Jack cai num caldeirão de detritos químicos, tendo seu rosto desfigurado e ficando do jeito que o conhecemos hoje, esse cara simpático e sempre sorridente!      Na versão cinematográfica de 1989, ele aparece como o assassino dos pais de Bruce Wayne, ou seja, bandido das antigas, o que não favorece o palhaço.

The Joker #1

Batman #1
     The Joker é tão especial na história do Batman, que ele aparece logo na Batman #01, apavorando com o morcegão e seu parceiro Robin. Em outras publicações especiais, como a Graphic Novel Asilo Arkham, o Coringa também tem destaque, sendo o articulador do convite a Batman. Aliás, o Coringa é, até onde eu sei, o único vilão que teve uma revista periódica dele, como Batman, Capitão América, Homem Aranha e tal, que era chamada (óbvio) de "The Joker". Ela rolou de 1975 a 1976, em nove edições.
E, aliás, qual você prefere: a versão mais engraçada de Cesar Romero, no seriado televisivo da década de 60, o insano Jack Nicholson do cinema de 1989 ou o psicopata de humor negro de Heath Ledger em Dark Knight?
Abraços!


Cesar Romero, Jack Nicholson ou Heath Ledger?

18 de fevereiro de 2011

Odin

Olá Amigos!

        Volto hoje com um post de Mitologia, mas vamos sair do lugar comum e falar de Mitologia Nórdica, um pouco desconhecida, mas também muito interessante. Como na grega e na romana (e como na maioria das mitologias), também existe um deus superior, um manda-chuva e aqui ele é representado por Odin.
        Odin, filho de Borr e da gigante Bestla, tem dois irmãos: Vili e Ve. Casado com Frigga, eles têm três filhos: Baldur, Holdur e Hermod. Teve outros filhos fora do casamento, destacando-se o indomável Loki e o poderoso (e famoso) Thor.
        Este líder divino nórdico tem uma simbologia imensa ligada a ele. Geralmente é representado com um tapa olhos ou com um olho desfigurado, ao lado de dois corvos, dois lobos, em cima de um cavalo de oito patas e segurando uma lança. Mas, palma, palma, não priemos cânico! Explicarei cada uma delas.
        O lance do olho é por conta da sua "sede" por sabedoria. Odin já era um cara top, antes mesmo de ser deus, pois fazia parte de uma tropa de guerreiros-sacerdotes e usavam técnicas dos xamãs. Ele queria ser mais top e conhecer os mistérios mágicos. Ficou pendurado de ponta cabeça na Yggdrasil por 9 dias, sem comer ou beber. Quando já estava para despirocar, ele viu no chão alguns caracteres rúnicos e os recolheu. Mas isso não era o bastante, Odin queria mais. Quis beber da água da Fonte do Conhecimento, que pertencia ao gigante Mimir. Pagamento: um olho.
        Os corvos são Hugin e Munin, mas podemos chamá-los de Nelson Rubens e Leão Lobo. A função dos dois era rodar o mundo e, ao fim do dia, trazer as novidades a Odin, que agora já havia se tornado "O" deus. Os lobos são Geri e Freki, que só queriam saber de comer toda carne, inclusive humana, que aparecia por perto. O pocotó pernudo da figura acima é Sleipnir, um corcel lendário com 8 patas e que era a criatura mais veloz.  Levava Odin para qualquer lugar, terra, céu, espaço, Valhalla, Asgard, etc. Esse terá um post aqui em breve, pois sua origem é muito pitoresca. A lança era a Gungnir, oferta de anões ferreiros que, uma vez lançada, só parava no alvo.
        Tem muito mais para falar desse povo, que tem uma mitologia riquíssima, mas isso é assunto para outros posts.
        Abraço!

9 de fevereiro de 2011

1984

Uma das capas do Livro
Olá Amigos!

        Sigo tentando manter alguma regularidade por aqui. E, dessa vez, vamos de Literatura. Você já leu o romance inglês de George Orwell chamado 1984?       
        A obra tem como foco principal mostrar os regimes totalitaristas mundiais e suas conseqüências. Num mundo totalmente diferente do que nos é conhecido,  Winston Smith consegue se manter fleumático nessa realidade distópica, trabalhando no Ministério da Verdade da Oceania. Este Ministério possui, entre outras funções, a pitoresca atribuição de "retificar" notícias. Eles alteram edições antigas do jornal The Times para que a "verdade" seja aquela que melhor convenha com os interesses do Grande Irmão, que tudo vê, e do IngSoc, modelo de governo adotado na Pista Nº 1 (Inglaterra).
Capa do DVD da versão de 1984
Outra função do Ministério da Verdade é criar a Novilíngua, uma nova língua que, quando finalizada, não haverá como se dizer algo contra o Partido. Duplipensar  é o principal verbete. Criação interessante também é a Teletela, espécie de TV bidirecional, em que o cidadão era obrigado a assistir e também era assistido. A alienação é tamanha que, quando desligada, a Teletela exibe a figura do Grande Irmão imóvel.
        Este tal Grande Irmão é o líder do Partido, que não tem nome por haver apenas um, não há oposição. Há cartazes por todo o país com a figura dele e os dizeres "Big Brother Is Watching You". Funciona no poder como Stalin. Ele luta veementemente contra Emmanuel Goldstein, opositor do Partido que se parece com Trotsky no modo de agir. Isso, é claro, se é que ele existe, ou existiu. Esse Emmanuel é exaltado diariamente por dois minutos todos os dias pelos cidadãos , que devem esgotar sua gama de palavrões e histeria contra a figura dele. Em seguida, para acalmar, adoram a figura do Grande Irmão.

Cartaz de divulgação do Musical
Winston é um pouco indiferente a tudo; concorda e discorda de muito, mas não age muito. Quando conhece Julia, que se torna sua amante, vivem aventuras incríveis para viver uma tentativa de realidade, um amor sincero, que escapa da guarda do Partido, já que amor e sexo são quase proibidos.
1984 é considerado um dos livros mais importantes da Literatura Mundial e foi até filmado por duas vezes, uma em 1956 e outra em 1984. Também foi adaptado para a ópera, estrelada no Royal Opera House em 2005. No Brasil recebeu uma versão musical, em 2007.
      Um dos meus livros favoritos, convida à reflexão suavemente e mostra de uma forma "light" como pode ser o mundo "hard" daqui a algum tempo.
          Abraços!

2 de fevereiro de 2011

Formas Diferentes

Olá Amigos!

        Fiquei um longo tempo sem mexer aqui no blog por motivos alheios à minha vontade... quem me conhece pessoalmente sabe o que aconteceu e não cabe explicações neste espaço. Farei esse post com um tema que pode soar estranho para alguns, mas, creiam-me, é um modo de ajudar a superar tudo. Falarei brevemente de como algumas religiões lidam com a morte.
        No Judaísmo não há cremação e todos são velados com caixão fechado, em respeito ao falecido. No luto há três períodos: o shivá, o shloshim e o avelut. Os homens vão para o caixão com seus respectivos xales de oração. Numa espécie de velório, o rabino discursa e os filhos (só homens) recitam o kadish, que, aliás é repetido por muitas vezes: 3 vezes ao dia por 11 meses e nos aniversários do falecimento, conforme o calendário judaico.
In Loving Memory, In Memoriam...
         Como quase tudo no Budismo (e isso é positivo), a morte também é fruto de aprendizado. A morte é inevitável e isso deve ser compreendido, fazendo, assim, com que os viventes repensem suas atitudes em vida, agradecendo ao morto pela possibilidade de reflexão gerada. A cremação também é comum. Eles entendem que a vida é um sono e que a morte é o despertar para o possível Nirvana.
        O Islamismo, por sua vez, prega a naturalidade da morte. A cremação voluntária  é proibida terminantemente e todos, se possível, devem ser enterrados. O caixão deve ser simples e só serve para transportar o corpo até o cemitério. Nem o velório é bem visto, sendo feito somente em casos de espera de parentes ou burocracias legais. Para eles, haverá a ressurreição de todas as almas, em corpos jovens e sem problemas.
        O Cristianismo – católico, evangélico, ortodoxo, etc – tem ritos parecidos dentre seus seguimentos. Nele, o espírito (alma) tem dois ou três destinos: céu, inferno e purgatório (este último apenas para católicos), de acordo com as ações realizadas em vida. No dia do Juízo Final, haverá o julgamento de Deus de toda a humanidade e os eleitos conviverão eternamente junto ao Pai. Ambos pregam o velório, a unção, o enterro (preferencialmente) e os ritos futuros, como Cultos, Missas e Orações diversas em memória ao falecido.
        O Espiritismo, apesar de muito próximo do Cristianismo, não prega o enterro e nem a cremação: isso é escolha da família, ou do próprio falecido. Isso porque, para estes, o espírito é eterno e reencarna, evoluindo a cada reencarnação.
        Enfim, há outras religiões, outras etnias e muitas outras formas de lidar com isso mundo afora, mas isso é assunto para outros posts, mais para frente, quem  sabe? O importante é termos a consciência de que, independentemente de qualquer coisa, o que fica é o que fizemos (de bom e de ruim) em vida à pessoa que se foi.
        Abraços!

14 de dezembro de 2010

Uma Lição de Amor

Olá        
Olá amigos!
   Inicio esse post agradecendo a todos que acessaram e/ou comentaram no post de Zeus. Foi o maior número de acessos do MND até hoje! Saiu até no Ocioso e o MND ficou um pouco mais conhecidos! Valeu mesmo!
   Então, outro filme incrível que gosto muito é o Uma Lição de Amor. O plot da trama se desenrola assim: Sam é um homem com deficiências mentais e que tem de criar uma filha, Lucy. Ele possui um grupo de amigos bem pitoresco e divertido e vivem bem, com a ajuda de outras pessoas do bairro. O “problema” é que Sam tem a mentalidade de uma criança de 7 anos e sempre ajuda Lucy em seus deveres escolares. Quando Lucy alcança essa idade ela começa a notar que está aprendendo mais do que Sam pode ensinar. Sam é o herói de Lucy e ela se recusa a aprender mais. Essa é uma das cenas mais emocionantes do filme: ele tentando ensinar a ela o que não sabe, ela se recusando a tentar aprender porque o pai não sabe e ela não quer saber mais do que ele.

   Uma assistente social toma conhecimento do caso e decide pela adoção de Lucy por oura família. Buscando por justiça numa causa quase impossível de se vencer, Sam alia forças com Rita, uma advogada egocêntrica que aceita o caso pelo desafio de colegas, mas que se entrega depois de coração e alma ao caso Sam x Estado por se identificar com eles, apesar das diferenças óbvias.
   Filme ótimo, um dos melhores que já vi! Show de interpretação de Sean Penn, que não ficou ridículo e forçado e nem fraco como deficiente, simplesmente perfeito. Show de interpretação de Dakota Fanning que, com apenas 7 anos arregaça como Lucy! Ela, aliás, ganhou diversos prêmios por conta dessa atuação. Destaque também para a trilha sonora: apenas músicas dos Beatles cantadas por Ben Harper, Eddie Vedder, Stereophonics, The Wallflowers, entre outros.


Nome Original
I Am Sam
Ano de Lançamento
2001
Gênero
Drama
Direção
Jessie Nelson
Duração
02h12min.
Elenco
Sean Penn (Sam Dawson), Dakota Fanning (Lucy Diamond), Michelle Pfeiffer (Rita Harrison), Dianne Wiest (Annie), Laura Dern (Randy Carpenter)


   Esse, eu também recomendo! Abraços!

2 de dezembro de 2010

Zeus


Olá Amigos!
        Demorei um pouco para voltar, muitos trabalhos, provas, fim de semestre na faculdade, enfim, muitas cositas para resolver, mas cá estamos de volta. Como demorei a postar nessa série, vamos de Mitologia e, como prometido naquele post anterior, o primeiro personagem é o Todo Poderoso da Mitologia Grega: Zeus.

Descendência de Zeus. Pegador e fértil, não?

        O deus do céu, Zeus é a divindade mais importante para os gregos antigos, reinando supremo no monte Olimpo, morada dos deuses mais “nobres”, os chamados Deuses Olímpicos. Na Terra, ele provocava fenômenos como o trovão e a chuva e interferia na vida de quem bem entendesse, afinal, eram os gregos apenas pobres mortais. É geralmente associado a símbolos como a águia e ao raio.
        Tornou-se famoso não apenas por seu enorme poder, mas também por seu apetite sexual e suas várias amantes, além de ter se casado com a irmã Hera. É pai de vários heróis e heroínas da mitologia grega.
        Zeus é filho dos titãs Cronos e Réia e teve de combater seu pai pelo poder, concretizando a profecia da avó paterna, Gaia, de que um dos filhos de Cronos o destronaria. Por conta dessa estória da vovó, Cronos engoliu todos os filhos que nasceram. Réia, já injuriada com essa coisa de comer os filhos, enganou o maridão (dando pedras para ele engolir) com a ajuda da sogra e mandou o pequeno Zeus, sexto filho, para o cuidado das Ninfas e de seus curetes. Um dia ele voltou e deu início à Titanomaquia, batalha épica em que Zeus derrota Cronos (entre outros episódios como a derrota dos gigantes e dos outros titãs), obrigando-o a vomitar os outros filhos, que ainda estavam vivos em seu interior.
Zeus vencendo Cronos, seu pai, com um raio.
Curioso que alguns titãs (Oceanus, Tétis, Mnemosine, Prometeus e Têmis) arregaram e não foram pelejar com Cronos, ficaram de boa num canto. Esses foram lembrados pelo esquadrão olímpico e ganharam uma boquinha no novo governo do mundo.
Os líderes dessa batalha foram os Crônidas, ou seja, os filhos de Cronos. Eram eles: as meninas Héstia, Deméter e Hera, mais os meninos Hades, Posêidon e o menino Zeus. Ao fim dessa guerra, quando os deuses dividiram o universo, o caçula rebelde Zeus se tornou o senhor dos céus e da Terra, passou os mares para o irmão Posêidon e o reino dos mortos para outro mano, Hades.  

Oráculo de Dodona

                O mais famoso templo dedicado a Zeus foi o oráculo de Dodona, no Épiro, noroeste da Grécia. Em geral, as profecias do oráculo eram interpretadas a partir do som de uma nascente que minava das raízes de um carvalho sagrado ou, às vezes, do farfalhar de suas folhas.


9 de novembro de 2010

Papai Noel dos Correios 2010

Olá amigos!
            Como todos sabem, o que movimenta o país é a economia e, passando o Dia das Crianças, temos a impressão de que o Natal chega muito rápido, certo? Sim, porque no comércio não há data comemorativa entre esses dois feriados. Mesmo porque não faria sentido desejarmos “Feliz Dia de Finados”, ou mesmo “Feliz Dia da República”.
Pois é, porém nem todos são agraciados com a oportunidade de participar dessa festa do consumo por presentes, lembrancinhas, refeições com a família toda reunida e toda aquela papagaiada que a gente adora. Enquanto isso, muitas crianças sofrem com a fome, o frio e a correria nossa de fim de ano. Até ao imaginar toda essa festa, elas se sentem excluídas dessa coisa toda.
Mas está em nossas mãos ajudar um pouco ao próximo, pelo menos nessa época em que muitos sentem o coração um pouco mais aquecido. Há diversas campanhas pelo país que visam dar um Natal melhor a essas crianças. Venho aqui para divulgar uma dessas e que já é conhecida de muitos: o Projeto Papai Noel dos Correios.
Além de disponibilizar cartinhas para adoção, quase todas são respondidas aos remetentes e os pedidos, em sua maioria, não são apenas brinquedos. Muitas crianças pedem comida, roupas, cadeiras de rodas, pais, e até paz... e não só crianças escrevem.
Funciona simplesmente assim: você vai a uma agência credenciada, lê as cartinhas, escolhe quantas quiser e no dia marcado você leva o presente e os Correios realizam a entrega no dia 24/12. Se você tem um grupo de amigos, seja na escola, faculdade, trabalho, futebol, Igreja, Centro Comunitário, junte mais pessoas e adotem um maior número de cartas. Só nós podemos fazer um mundo melhor.
Quem quiser conhecer um pouco mais pode obter maiores informações pelo hot site disponibilizado pelos Correios.
Abraços!